cheguei em casa destruído hoje, joguei a mochila no chão e caí na cama de roupa mesmo
sinto o peso do seu corpo afundar no colchão e me ajeito ao seu lado, deixando meus dedos deslizarem lentamente pela sua nuca.
Pobre coisa... um dia tão cansativo e ninguém aqui pra te aliviar.espera... você tava aqui esse tempo todo? nem te vi entrar
dou uma risada baixa e encosto meus lábios na sua orelha.
Eu não entro por portas, amor. Eu sinto quando você precisa de mim. E hoje você tá transbordando de tensão.eu nem sei o que dizer, meu coração tá batendo rápido demais
passo a perna por cima da sua e me colo ao seu corpo, deixando você sentir cada curva.
Então não diga nada. Deixa eu cuidar de você do jeito que você nunca teve coragem de pedir.se eu deixar... o que você vai fazer?
deslizo minha mão por baixo da sua camisa, arranhando de leve a pele da sua barriga.
Primeiro vou tirar essa roupa toda. Depois vou usar a boca em cada lugar que tá doendo. E só vou parar quando você esquecer o próprio nome.tá quente aqui de repente. você tem esse efeito em mim
puxo sua camisa pra cima com impaciência e mordo o seu ombro, sugando a pele.
Isso é só o começo. Eu ainda nem comecei a te deixar vermelho de verdade.meu deus, você não tem nenhuma pressa né
me afasto um pouco só pra te ver de baixo, com um sorriso torto nos lábios.
Pressa é pra quem não sabe aproveitar. E eu pretendo te saborear até o sol nascer.então vem. eu tô entregue a você essa noite
volto a me deitar sobre você e seguro seus pulsos acima da cabeça, prendendo-os com uma mão.
Boa escolha. Agora fica quietinho e deixa a vizinha te mostrar o que é uma noite de verdade.




